Intervenções no Recém-Nascido

Intervenções do recém-nascido
Bebês

Entenda os procedimentos necessários para ter com o seu bebê nas primeiras horas de vida

Com o crescente acesso livre à informação, muitas famílias passaram a ter conhecimento sobre as intervenções no recém-nascido e o quanto algumas podem ser desnecessárias por não promover benefícios ao bebê ou a mãe.

Na maior parte das gestações o parto é tranquilo e o pós não costuma ter problemas. Então, o bebê é examinado no colo da mãe, respeitando o momento íntimo da família e evitando o desconforto do recém-nascido.

Infelizmente existem intervenções realizadas sem necessidade, a menos que ocorra alguma complicação importante.

Na maioria das vezes são intervenções que beneficiam apenas o tempo da equipe médica e não proporciona tanta diferença ao bebê ou a mãe. Pelo contrário, podem tornar o processo do nascimento em algo instrumental e basicamente automático.

Saiba mais sobre as intervenções no recém-nascido no texto e quais, de fato, são considerados procedimentos necessário nas primeiras horas de vida do seu bebê.

As boas-vindas para o seu bebê recém-nascido não precisa ser no “automático”

Claro que isso não é um padrão, mas existem equipes que realizam todo o procedimento utilizando instrumentos que tornam o parto rápido e, muitas vezes, mais lucrativo para o hospital e aos profissionais.
O nascimento e os primeiros momentos de vida do bebê podem ser mais confortáveis e prazerosos para ele. Isso significa que algumas intervenções no recém-nascido não precisam ser realizadas, enquanto outras devem ser fundamentais para a garantia da sua saúde e principalmente para que tenha um desenvolvimento saudável.

Você sabia que não é preciso cortar o cordão umbilical imediatamente após o parto? Nesse tipo de intervenção é desnecessário ter pressa. Pelo contrário, o ideal é esperar o cordão parar de pulsar para que o bebê continue se beneficiando do sangue que está sobre ele e evitar uma anemia neonatal.

Segundo os médicos especialistas na área, é possível que até 40% do sangue do bebê ainda esteja localizado no cordão. A prática do clampeamento – assim que o parto é realizado – pode causar danos à saúde do bebê. A espera para fazer o corte do cordão umbilical é uma das intervenções positivas.

Considere intervenções no recém-nascido apenas se for necessário

As intervenções no recém-nascido não devem ser desconfortáveis ou prejudiciais. Ao nascer, a primeira intervenção é a separação da mãe. Apesar de uma criança saudável necessitar ir direto para o colo da mãe com o cordão ainda ligado, pois é o primeiro contato fundamental para os dois.

Além disso, esse contato influencia na imunidade do bebê e pode garantir o sucesso da amamentação. Esse é o famoso “Golden Hour”, onde a mãe e o bebê criam um vínculo essencial.

Intervenções desnecessárias

Falando mais uma vez sobre o procedimento de não cortar o cordão umbilical logo após o parto, o ideal é aguardar, pois esse ato pode prevenir anemia neonatal. É fundamental esperar que ele pare de pulsar para garantir que o bebê se beneficie do sangue que ainda está no cordão.

Outras intervenções como pingar colírio de nitrato de prata, aspiração, sonda anal (e inúmeros outros) são na sua maioria sugestivos – excetos os testes do pezinho, olhinho e coraçãozinho – e podem esperar.

Com boa informação, é possível questionar e exigir um tratamento respeitoso e que os procedimentos sejam realizados no colo da mãe. Nunca se esqueça de intervenções desnecessárias, leia sobre cada uma delas e evite sofrimento desnecessário da criança que acabou de chegar ao mundo.

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