Bebês arco-íris, porque são chamados assim?

Bebês arco-íris, porque são chamados assim?
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Bebês arco-íris, porque são chamados assim?

O bebê é o arco-íris que vem depois da tempestade

No caso de mães que sofreram um aborto ou que tiveram que enfrentar a morte prematura de um filho, a chegada de um bebezinho é uma alegria sem tamanho e a luz que vem depois de uma tragédia, assim como um arco-íris que aparece depois da tempestade.

Para a consultora materna da Mommy’s Angel, Cintia Matieli, os bebês arco-íris são crianças muito especiais, pois nasceram trazendo a luz da vida à família, após uma forte tempestade enfrentada em alguns momentos realmente muito difíceis.

Bebês que sobreviveram ao aborto

Um arco-íris é uma promessa de sol após a chuva, a calma após a
tempestade, a alegria depois da tristeza e a paz depois da dor, mas acima de tudo, do amor depois de uma perda”, diz.

“E mesmo que a criança não venha de uma família com uma história tão triste por trás, um bebê sempre pode representar a luz, pois eles são a esperança de um futuro melhor para todos”, completa.

Para os especialistas, uma perda de um bebê é considerada a pior coisa na vida de uma família e a chegada desse milagre torna tudo melhor, como sinônimo de uma nova esperança para resgatar o sentido da vida.

“Sabemos que a criança que substitui a primeira, não fará com que os pais esqueçam da perda, mas certamente irá ajuda-los a amenizar toda a dor que sentem e o nome arco-íris é a melhor simbologia para esses casos”, diz.

Aborto espontâneo: é possível prevenir?

De acordo com um estudo publicado na revista científica International Journal of Obstetrics and Gynaecology, o aborto espontâneo atinge milhares de mulheres ao redor do mundo. No Brasil, estima-se que uma a cada dez grávidas perca o bebê nos primeiros meses de gravidez.

Os pesquisadores concluíram que somente uma redução dos fatores de risco poderia prevenir os abortos espontâneos. A principal informação da pesquisa é que os abortos naturais podem ser prevenidos, segundo Anne-Marie Nybo Andersen, pesquisadora da Universidade de Copenhague.

Segundo ela, a pesquisa mostra a relativa importância do estilo de vida na incidência de aborto natural, em detrimento de fatores específicos, como a ingestão de determinados medicamentos.
Andersen afirma que, como as descobertas vieram da análise de uma população, elas podem ser aproveitadas por grupos diversos – desde casais a pessoas responsáveis por políticas de maternidade, regulações trabalhistas e apoio a gravidez precoce.

“Todo mundo, jovens homens e mulheres, assim como aqueles que têm responsabilidades políticas, devem ter em mente que a gravidez acima dos 30 anos implica um risco elevado de aborto natural”, acrescenta.

Estilo de vida pode influenciar em alguns casos de abortos

O estudo analisou gravidezes ocorridas até o ano de 2002 e os pesquisadores constataram que 3,5% das mulheres sofreram aborto espontâneo. Eles
analisaram possíveis conexões entre os abortos naturais e o estilo de vida das grávidas ao coletarem dados por meio de entrevistas telefônicas feitas pelo computador.

A pesquisa concluiu que as mulheres que queiram engravidar devem ter uma dieta balanceada, assegurar que não estão “muito magras” ou “com sobrepeso”, parar de fumar e pedirem a seus parceiros para fazerem o mesmo.

Os cientistas ainda constataram que mulheres a partir de 30 anos que consumiam álcool com frequência e trabalhavam à noite durante a gravidez tinham maiores chances de sofrerem abortos espontâneos.

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